TEMPLATE ERROR Current Date: Thu Mar 10 21:33:27 BRT 2011 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 296 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementIFNotComparison Are you talking to me?! - UOL Blog
Rê F.
Trying so hard to do something she loves, that you'll probably laught at her!







BRASIL, Mulher



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    Are you talking to me?!


    One New Idea!

    Everyday I have millions of ideas bursting inside my head. Ninety-nine percent of them are just trash I don't know what to do with it, neither if I should do something with it!

    Then I had one of the 1% of fabulous ideas my mind is capable of pulling off... (well actually I've stolen it from a friend... but who cares?!)

    The thing is, I need to practice my english writing, and there's no better way of doing it than writing (in english)! So, in order to seek improvement on this "art", I'll ressurect this blog, bringing it back from the hell I'd sent it, and restart my creativity for words! Since I'm very visual lately, with all this photography addiction I've got, I might bring some of that.

    So, people who used to visit my blog before, when I was just an annoying pre-30-year-old idiot who liked to complain in verses, now you can come back and see more of a post-30-year-old idiot who likes to complains in verses AND in (raw) english! Hopefully I'll have something usefull to say, and my english teachers will be proud of me!

    Give me feedback friends, if I'm killing the language or your sense of humor.

    Regards

    P.S.: image portrays neuron synapses.

    P.S.2: So, if I have your approval, I might start everything all over again, even with a new blog!



    Escrito por Rê às 20h05
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    Beautiful Boy

    Como não escrevi um texto comemorando esta data, vou "repostar" os textos que escrevi em anos anteriores. Acho muito interessante observar as diferenças entre os dois textos.

    O segundo texto, em termos de produção e conteúdo, é muito melhor. Agora, me responda, essa melhora ocorreria, unica e exclusivamente, em função das evoluções na forma e na organização de idéias, ou a maturidade do autor influencia diretamente no resultado final de ambos os textos? 

    Beautiful Boy

    2003

    2008

    Há cinco anos, a esta hora, eu estava cansada, irritada, com dor e pronta pra mandar qualquer um para a PQP (principalmente minha médica!), eu já estava ali há quatro horas. Minha mãe estava ao meu lado (como ela esteve durante aqueles últimos  meses e tem estado desde então!) e duas horas depois nasceu a pessoa que me deu um motivo pra crescer e pra lutar, a pessoa mais importante da minha vida... meu filho!
    Hoje é seu aniversário e eu lhe desejo tudo, saúde, amor, alegria, paz, amigos... desejo que ele se torne um homem inteligente, honesto, gentil, carinhoso, apaixonado, bonito, feliz , realizado... Desejo tudo o que uma pessoa pode ter de bom e que ele possa aprender com todas as experiências ruins que tiver (porque todos temos que passar por elas!).
    Ainda não posso dar presentes, brinquedos, mas posso dar todo o amor que existe em mim e darei sempre, posso dar a minha amizade, o meu colo e a minha compreensão.
    Espero que ele possa me perdoar por não ter muita paciência e por não lhe dar o irmão que tanto quer (até daria se eu tivesse um marido, emprego e dinheiro!) mas, principalmente, por não ser uma mãe lá muito presente...
    Este é o dia mais importante da minha vida... lembrarei pra sempre daquela coisinha estranha que parecia maravilhosa e que só parou de chorar quando ouviu minha voz e se aconchegou em meu rosto, tentando se agarrar a única coisa que conhecia e lhe dava comforto...
    Ah! Como eu amo esse moleque...

    Tentei outras vezes. Tentei escrever sobre aquele que transforma meu amor em energia e determinação. Tentei outras vezes, mas sempre sem sucesso. Quem leu disse que se emocionou, mas eu sei que minhas tentativas foram em vão. E continuarão sendo! Serão, porque nem sempre é possível pôr em palavras. Nem sempre é possível explicar com frases coerentes ou estruturas poéticas. A emoção da escrita não chega nem perto do sentimento de fato.

    De fato, é uma reviravolta. Um “feijão” que gera uma mudança completa no ponto de vista, um “pacotinho” que transforma o modo de viver a vida. A vida passa a ter mais importância. E não é a minha vida, é a dele. Minha vida só é importante, porque a vida dele é valiosa. E sou eu quem deve cuidar desta preciosidade até que ele seja capaz de fazer por si só. É minha missão.

    É uma missão complicada, mais complicada do que explicar isso tudo com palavras. Complica porque a insegurança surge. É muita responsabilidade. “Estou lapidando de forma adequada minha jóia rara?” Aí complica! Complica porque tenho medo de estar errando. Mas a insegurança dá tréguas. Dá trégua sempre que um sorriso ataca. Ou uma gargalhada estrondosa. Um abraço apertado e um beijo babado. Uma frase inusitada. Um pulo seguido do outro. Uma correria danada. Um “te amo” sonolento antes de dormir.

    Soa clichê. Mas soa clichê porque não é possível pôr em palavras. Tentar explicar é tentar rotular, e não existem rótulos para tamanho sentimento. Ele é o meu impulso, é o meu guia, é a minha luz, é a minha alegria. É o meu orgulho. Minha motivação. Minha necessidade. Minha razão. Soa clichê, mas não é possível explicar. Terá que viver, e se não viver, não saberá.

    Hoje ele faz 10 anos. Uma década. O tempo passa, minha sementinha cresce. Uma espinha aparece. Meninas estão ficando mais interessantes. Está se tornando um homem. Se eu estiver errando pouco, será um homem de princípios, respeitador, determinado. É a complicada missão: ajudar o pequeno a tornar-se grande.  

     

    Uma pergunta pra ser respondida em breve: como será o meu texto comemorando os 15 anos do rapaz?! rs...

    By the way, Feliz aniversário Gui!!! Nunca haverão palavras suficientes pra expressar o quanto te amo!!



    Escrito por Rê às 11h23
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    Nunca consigo pensar no futuro. Futuro, futuro mesmo... não dois ou três anos... futuro... dez, vinte anos... Não sei porque... talvez porque sempre esteja esperando algo terminar nos próximos anos pra ver o que vai acontecer.

    • Primeiro a escola: depois desses 10 anos de estudos, o futuro estará começando.
    • depois o cursinho: daqui um ano estarei na faculdade, meio caminho andado pro resto da minha vida. (passei por isso 3 vezes... 3 anos)
    • depois a faculdade: depois desses 4 anos, estarei trabalhando, saberei o que quero e pra onde vou.
    • depois a capacitação: um ano esperando pra fazer mestrado... zzzzzzzz....
    • depois o mestrado: dois anos de mestrado devem me dar uma nova opção de atuação profissional, as coisas melhoram e estarei encaminhada.
    • agora emendei no doutorado: mais dois anos de doutorado devem me dar uma nova opção de atuação profissional, as coisas melhoram e estarei encaminhada...

     

    Bem, parece que minha vida vai em pancadinhas, de dois em dois anos... nesse caso, é compreensível que eu não consiga pensar em futuro a longo prazo, certo?



    Escrito por Rê às 21h42
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    Março ainda, e já estou desejando Julho, pior ainda, Dezembro. Meu olho está pulsando, sabe? Assim, embaixo da pálpebra? Dizem que é sinal de cansaço. Na verdade, é sinal de que não tenho dormido direito. Calor, frio, ansiedade, preocupação. Principalmente medo.

    Acho engraçado, o medo. Quando era criança tinha medo do escuro. Das formas das coisas no escuro. Tinha medo de fantasma e de bicho-papão. Hoje tenho medo de falhar. Não é engraçado? Tinha medo de monstros no quarto, agora o medo é um monstro em mim. Um monstro que cresce, e que, as vezes, causa tamanho desconforto, enjôo, azia, que parece que vai rasgar meu ventre. Isso me lembra alguma coisa...

     

    Cheguei!! Sou bonitinho, vamos brincar!?

    É engraçado... como crescer muda tudo. Muda o ponto de vista. Eu tinha medo do mundo, agora tenho medo de mim. Passei do egocentrismo pro “egofuguismo". Será que isso existe? Acho que acabei de inventar uma palavra. Egofuguismo. É quando a gente cresce, e quer ser diferente de tudo o que a gente é. Pensando bem, isso se chama fuga da realidade.

    Tô rindo. Sozinha. Sentada no mezanino da Cultura Inglesa, esperando a aula. Rindo de mim, percebendo, pela septuagésima vez, que estou tentando fugir da realidade. Essa sou eu. 30 anos fugindo da realidade. É o maldito medo. Na minha fantasia, se eu falhar, invento um final novo. Acho que é por isso que gosto de escrever. Se eu não gostar do resultado, apago. Ou guardo, pra outra hora. Na vida real, não dá pra começar de novo. Dar reset no mundo, como já falei várias e várias vezes. Não, não rola nem um CRTL+ALT+DEL. Mas beleza, vou me ajustando. Esse medo vai passar. Eu vou conseguir dormir de novo. Meu olho vai parar de pular, e eu não vou sentir sono na aula de inglês.

    Bem O Segredo isso... otimismo... Bom, vou lá. Vai começar a aula. Só queria “falar” um pouco.

     

    P.S.: Postei esse "desabafo" pq queria postar alguma coisa, qualquer coisa!



    Escrito por Rê às 17h05
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    Escrito por Rê às 14h58
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    Raiva

    15/03/2000 – 4h

    Rosana.

    Vinte e seis anos.

    Longos cabelos negros, lisos e brilhantes.

    Olhos verdes, vivos.

    Um metro e setenta, cinqüenta e sete quilos.

    Popular, alegre, feliz.

    Voltando para casa, cruzou com um motorista bêbado.

     

    15/03/2008 – 4h

    Rosana.

    Trinta e quatro anos.

    Longos cabelos negros, ondulados e ressecados.

    Olhos verdes, tristes.

    Um metro e setenta, oitenta e sete quilos.

    Solitária, ríspida, infeliz.

    Olhando-se no espelho, amaldiçoou as cicatrizes.



    Escrito por Rê às 22h34
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    É verdade...

    A verdade é que ninguém quer ouvir a verdade. A verdade mesmo, aquela que dói na alma e te põe de cama porque se percebe também imperfeito, que também erra e que também precisa mudar. Essa verdade, a verdadeira, essa ninguém quer ouvir.

     

    “... vou levar aquela mentirinha calmante, ou será que aquela omissão elogiosa está mais fresquinha?... A verdade?! Não, hoje não! Obrigada!

     

    A verdade é que colocamo-nos numa posição muito agradável: a de juízes do próximo. Apontamos, jogamos pedras, rimos e “falseamos”. Sempre os outros, nunca nós mesmo. A nós mesmos, protegemos. Fechamos os olhos e julgamo-nos bons. Não perfeitos, porque ninguém é perfeito.

     

    “... mas se alguém fosse, seria eu...

     

    A verdade é que não se sabe o que se quer de verdade. Grita-se aos quatro ventos: precisam-se parceiros sinceros, amigos leais. Mas quanto de sinceridade já foi o suficiente? Lealdade, compreende falar a verdade?

     

    “... como assim “tá meio justo”? Você tá me chamando de gorda?!

     

    A verdade é que a mentira é um mal necessário. Carrega uma grande carga ética e moral, e por isso ninguém gosta de admitir que mente. É uma falha. Mas é necessária. Porque ninguém quer ouvir a verdade. A verdade mesmo, aquela que dói. Ninguém quer. Porque ela te faz olhar para dentro.

     

    “... se pensa isso de mim, nunca foi meu amigo de fato!

     

    A verdade é que você mente as mentirinhas, para ter amizade, para ter amor. E fica todo mundo satisfeito. Enganado, mas satisfeito. O que os olhos não vêem, o coração não sente? É natural apontar o dedo para o outro, estranho apontar para si mesmo. De quem é a culpa?

     

    “... minha que não é!

     

    A verdade é que tem certa forma de dizer a verdade. Ela deve ser pensada, trabalhada. Tem que vir aos poucos. A verdade dita num impulso, não é um ato de sinceridade, é uma arma. Arma branca. Cruel sinceridade. Não.

     

    “... não!

     

    A verdade é que cada um sabe o que faz. Cada um sabe o que quer. E quase ninguém quer ouvir a verdade. A verdade mesmo, aquela que dói. Ninguém quer.

     (esse texto tinha diso publicado no meu blog alternativo, mas como resolvi voltar (ÊÊÊE!!) coloquei ele aqui aé conseguir escrever algo novo!)



    Escrito por Rê às 18h58
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    .I.N.C.O.N.S.T.A.N.C.I.A.

    Voltar ou não voltar?...



    Escrito por Rê às 19h55
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    P.S.: Sei que suicídas de verdade não avisam antes, e que os que avisam estão, na verdade, pedindo socorro....  mas o blog e eu chegamos ao fim de um relacionamento, não somos mais felizes juntos. Se resolver voltar com outro, eu aviso! Obrigada a quem acompanhou... continuarei acompanhando os seus blogs!



    Escrito por Rê às 13h16
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    Começo do fim

    Foi-se o sorriso. Foi, junto à leveza da alma. Pela violação da novidade. Foi a passos largos. Tão largos quanto os passos que quis dar. Que quis pular. Ficou a mágoa. A incerteza e a loucura. Ficaram. Com sangue nas pontas dos dedos. As unhas, arruinadas. Roídas. Como o coração. Corroído de culpa. Culpado do medo. Amedrontado pela saudade. Saudade do começo. Começo do fim.

     

    (Me disseram que um "textículo" é melhor do que nada.)



    Escrito por Rê às 20h14
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