TEMPLATE ERROR Current Date: Tue Feb 10 13:16:55 BRT 2009 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 296 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementIFNotComparison Cê tá falando comigo?! - UOL Blog








BRASIL, Mulher



Falo com eles...

 Rango na Madrugada
 Só Para Loucos
 O Carapuceiro
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 O Ladrão de Palavras
 Coração Envenenado
 Bem Resolvida na Vida
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 Manual do Cafajeste (para mulheres)
 Sou Pára-raio de Doido
 Revisitando Idéias

Cômicos...

Te dou um dado
Deu Zebra


Já falei...





     
    Cê tá falando comigo?!


    Aviso Prévio

    ESTE BLOG SE AUTO DESTRUIRÁ EM

    1O...

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    3...

    2...

    1...

     

    P.S.: Sei que suicídas de verdade não avisam antes, e que os que avisam estão, na verdade, pedindo socorro....  mas o blog e eu chegamos ao fim de um relacionamento, não somos mais felizes juntos. Se resolver voltar com outro, eu aviso! Obrigada a quem acompanhou... continuarei acompanhando os seus blogs!



    Escrito por Rê às 13h16
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    Começo do fim

    Foi-se o sorriso. Foi, junto à leveza da alma. Pela violação da novidade. Foi a passos largos. Tão largos quanto os passos que quis dar. Que quis pular. Ficou a mágoa. A incerteza e a loucura. Ficaram. Com sangue nas pontas dos dedos. As unhas, arruinadas. Roídas. Como o coração. Corroído de culpa. Culpado do medo. Amedrontado pela saudade. Saudade do começo. Começo do fim.

     

    (Me disseram que um "textículo" é melhor do que nada.)



    Escrito por Rê às 20h14
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    Dois mil e nove

     

    O ano começou bem pra mim. Uma passagem de ano calma, sem intercorrencias, ao lado da minha família, num lugar de que gosto muito. Bastante trabalho, e algumas oportunidades. Uma paixãozinha se delineando, e a visita de vários bons amigos. Os desafios já se apresentaram, claro, mas sem eles não tem graça. Muitos quilos a perder, energia a reunir, disciplina a me agarrar. Objetivos a conquistar. Mão na massa! E, se tudo der certo, com um pouco de criatividade por aqui!

     

    Voltei!



    Escrito por Rê às 21h29
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    Ganhando um Wii

    O vídeo abaixo é auto explicativo... e engraçadíssimo!

     

    Meu filho chorou... e eu junto, né?! Foi um Feliz Natal!

    Fonte do vídeo: Nintendo Wii Blog



    Escrito por Rê às 23h54
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    Realização...

    ... é tudo o que desejo para mim e para meus amigos.

    Desejo àqueles que procuraram que encontrem,

    Àqueles que tentaram que consigam,

    Àqueles que sorriram que gargalhem,

    Àqueles que se alegraram que se divirtam,

    Àqueles que beberam que bebam mais,

    Àqueles que se apaixonaram que amem,

    Àqueles que abraçaram que beijem e àqueles que beijaram que façam sexo,

    Àqueles que estudaram que aprendam,

    Àqueles que jogaram que ganhem,

    Àqueles que queriam que conquistem,

    Àqueles que sonharam que realizem e

    Àqueles que lutaram que vençam.

     

    Desejo aos amigos de ontem, aos amigos de hoje, aos amigos de amanhã.... aos amigos de sempre ...

     

    Feliz Natal e um ótimo 2009!

     

    P.S.: Ficarei offline até meados de Janeiro!! Não morram de saudades!!



    Escrito por Rê às 16h41
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    - Vou fazer uma coisa que não deveria.

    - Irá despir-se e correr pelas ruas, apenas de meias?

    Ele riu.

    - Não, não foi nisso que pensei.

    - O que seria tão errado?

    - Te beijar.

    - E porque não poderia fazê-lo?

    - Os laços que nos unem, nos impedem.

    - Se considera um erro, porque o fará?

    - Porque te desejo.

    - Então faça!

     

     

    - Diga-me: sua contravenção, valeu a pena?

    - Muito.

    - Sofrerá conseqüências?

    - Talvez. Mas posso conviver com elas.

    - Neste caso, beije-me de novo.



    Escrito por Rê às 14h29
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    Eu não tenho nada pra dizer...

    E só pra garantir esse refrão...

    Mais alguém tá entediado, cansado, contando os dias para os feriados?


    Escrito por Rê às 20h31
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    Presente para São Paulo

    Muita gente já deve estar sabendo, mas a Nokia vai dar um presente pra São Paulo. Só temos que votar naquele que acharmos melhor. Golpe de Marketing, mas tem sua funcionalidade para nós, paulistanos. As opções de "presente" são:

    - Conect Book: 38 audiobooks de obras literárias para download gratuito.

    - Conect Art: audiotour e painel interativo para a Pinacoteca  de São Paulo.

    - Conect USP: rede wi-fi para a cidade Universitária (todo o campus da USP, inclusive 1 ou 2 do interior), para acesso por qualquer um que frequente o campus.

    Votei no da USP, óbvio, não só porque me favorece, mas também porque é o mais útil! rs... Votem lá!! (Na USP, de preferência!! rs)



    Escrito por Rê às 13h12
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    Um livro virtual - Primeiro Capítulo (é longo, desculpa!)

    Cada pêlo de seu corpo se arrepiava com aquele som. Agudo, intenso, intermitente e assustador. Poderia ser o grito de uma mulher perturbada. Poderia ser o uivo de um lobo faminto. Poderia ser o lamento de um espírito errante. Quando se está sozinho, num chalé antigo nos recônditos de uma floresta, um som pode representar todos os nossos medos. Não sabia o que a assustava mais, aquela situação ou repassar os eventos que a trouxeram até ali.

    Estar sozinha num momento como aquele, depois de ter chegado naquela floresta acompanhada, era desolador; e não enxergar um palmo a frente do nariz, era apavorante. Mantinha-se parada no mesmo ponto, com as mãos sobre uma mesa. Sabia que havia um sofá por ali, o havia notado quando entrou apressada, mas tinha receio de tirar as mãos do móvel e se perder naquela escuridão densa. Tampouco ousava virar-se, pois após perceber que não havia claridade aonde abrigar-se, começou a ter aquela sensação de que não estava completamente só. Aquela sensação que temos, às vezes, e que nos impele a procurar alguém guardando-nos as costas. Mas ela não cederia a este apelo, não olharia, pois talvez visse mais do que desejava. Preferiu, então, ignorar a presença, se é que ela existia de fato.

    Ficaria ali, em pé, com as mãos sobre a mesa, imóvel e sem olhar para trás, até o amanhecer. Então alguma luz entraria pelas frestas da madeira e ela conseguiria sair daquele lugar e procurar a estrada de volta para a cidade. Arrependia-se de ter tido o impulso de procurar o local, mas talvez, se não o fizesse, aquela dúvida a perseguisse pelo resto de sua vida. Preferiu não se acovardar e tentar entender, vendo com seus próprios olhos, o que haviam lhe contado tão abruptamente um mês atrás. Mas não imaginava do que seria vítima quando chegasse, nem que se separaria de Daniel, ou que se perderia naquela floresta fugindo de algo, que, não soube identificar o que era, mas que a perseguia, tinha certeza.

    Tentou controlar o medo e organizar os pensamentos. Se teria que passar a noite toda ali, que pelo menos estivesse serena e consciente. Entretanto, manter-se calmo quando seu cérebro está em estado de alerta é uma tarefa quase impossível. Todo e qualquer estímulo externo parecia-lhe dez vezes mais intenso do que realmente era. Foi quando ouviu passos pesados lá fora, e um farfalhar da grama que parecia algo pesado sendo arrastado. Desesperou-se. Onde estaria Daniel? Será que ele a encontraria a tempo? Não queria ser morta, e ali seu corpo nunca seria encontrado!

    O ranger de uma porta a fez pular para trás e viu-se mergulhada no negrume do chalé sem a mesa como apoio. A falta de luz era tão intensa que, mais um pouco, não poderia dizer se sua cabeça ainda estava sobre seu pescoço, ou seus braços presos ao tronco. Embora pudesse, com certeza, afirmar que seu coração ainda batia. Apalpou o ar a procura da mesa, mas não a encontrou. Deu um passo a frente e acabou tropeçando em outro móvel, um banco ou uma cadeira, e caiu no chão. Tateando, começou a deslocar-se de gatinhas, desesperada por encontrar algo que lhe trouxesse conforto. A mesa, ou o sofá, ou a porta – finalmente concluía que a luz fria do luar lhe provia mais segurança do que as paredes daquele chalé.

             Sentia a aspereza do chão em suas palmas e joelhos, mas preferia não parar, continuou a procura inconseqüente por segurança, dando encontrões em móveis que tombavam e retumbavam. Percebeu que não conseguiria daquela forma, e parou para respirar e acalmar-se novamente. Então ouviu passos arrastados novamente, agora dentro do chalé, como se alguém estivesse se aproximando dela. Há quanto tempo aquilo estava dentro? Teria a ouvido derrubando os móveis? Saberia que ela estava lá? Passou a engatinhar para trás, pois tinha certeza que a coisa, pessoa ou animal vinha ao seu encontro. Os passos pararam ao mesmo tempo em que ela encontrou o sofá. Encolheu-se, encostando-se o máximo que podia no estofado macio, quase como se quisesse fundir-se a ele.

             O arrastar de pernas recomeçou, aproximando-se cada vez mais. Estava bem ao lado dela, estava parado agora, e ela tentava, a todo custo, não emitir sons. Temia que seu coração disparado ou sua respiração ofegante, a traíssem. Apertou os braços envoltos ao corpo, como se assim pudesse controlá-lo, e a seu medo. Seu perseguidor moveu-se novamente, mas agora se afastando dela. Ela sentiu um alívio reconfortante, e torceu para que ele saísse do chalé, assim saberia como sair também. Procurou algum sinal de luz, e não viu nada, ele não tinha saído e seus passos não podiam mais ser ouvidos. Assim que pensou em recomeçar a procura pela saída, o sofá no qual estava recostada deu um tranco, e começou a mover-se em sua direção. Era empurrado rapidamente, e ela junto. Empurrados contra uma parede.

    Esmagada, era como morreria. Mas o sofá, assim como tinha começado a mover-se, parou. Viu-se encurralada, com apenas uma saída a sua frente. Queria sair dali, estava começando a sentir falta de ar, mas tinha medo. O tempo foi passando e ela foi ficando cada vez mais ansiosa, não conseguia mais respirar calmamente, sentia uma leve tontura e uma vontade louca de gritar. O espaço parecia cada vez menor, tinha certeza que o sofá estava movendo-se novamente, apertando-a contra a parede cada vez mais. Viu alguns feixes de luz começar a penetrar o chalé e percebeu que o dia começava a nascer. Era a chance dela. Desesperou-se, e sem conseguir mais esperar, arremessou-se contra a abertura a sua frente. Assim que inspirou fundo o ar da liberdade, foi lançada pelos cabelos contra a parede oposta. Tentou levantar-se, mas não foi rápida o suficiente. Foi içada pela gola da camisa e prensada contra a parede. Esticou o braço para tentar alcançar seu agressor, que apertava seu pescoço, mas não alcançou. Sua visão foi ficando cada vez mais turva, embora o chalé ficasse cada vez mais claro. Conseguiu visualizar, pela primeira vez, aquele que a perseguiu durante toda aquela noite. A visão foi assustadora, e não viu mais nada.

     

    (A intenção é continuar o texto... se eu tiver tempo, criatividade e competência...)



    Escrito por Rê às 00h17
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    Diálogo de um só

    O palco da batalha pelo poder. Um cenário assustador: corpos dilacerados, membros espalhados, a terra clara era, agora, vermelha e úmida. Uivos de dor e sussurros de lamento tinham a mesma intensidade. Tudo era intenso. Um grupo podia ser visto em pé, em roda. Mas não faziam nada, apenas observavam. Observavam algo que se passava ao centro. Era um diálogo. O diálogo de um só.

    Estava em pé. Altiva, saudável, vencedora. Parecia incoerente em sua brilhante armadura de prata, impecavelmente limpa, e sua mortal espada, completamente ensangüentada. Espada esta que apontava com firmeza para outro ser. Um ser que tinha atitude oposta a de seu algoz. Era deplorável, estava machucada e ensangüentada. Sua armadura estilhaçada perfurava sua pele quanto mais copiosamente chorava e, ajoelhada, abandonou todo o orgulho e implorou por perdão.

             - Tenho vergonha de ti – disparou a primeira – veja a que ponto chegaste, a que ponto te levaste a loucura. Estás satisfeita assim? – sem tirar os olhos do ser rasgado a sua frente, abriu os braços abarcando todo o cenário - Olhe ao redor. É isto que querias? Pois é isto o que ganhaste ao me expulsar: destruição!

    Abaixou-se sobre um joelho, e voltou a apontar a espada para seu inimigo. Continuou falando, num tom leve e calmo.

             - Tu nunca entendeste porque devíamos viver juntas. Nunca aceitaste que fôramos feitas para viver em harmonia, que nos completávamos. Conheço-te como a ninguém mais. Sei teus medos, enumero teus defeitos e velo tuas virtudes. Sinto teu cheiro e teu calor. Minhas teorias e conselhos deveriam guiar tuas ações e sentimentos. – levantou-se, sem abandonar a ameaça da espada, ou a monotonia das palavras – Nunca entendeste, ou não teria me ignorado, e me posto fora a pontapés e arranhões. Mas o fez, e o fez por três ou quatro vezes. Abandona-me e entrega-te a teus sentidos, ignora teus instintos e termina por levar-te à loucura. Então, novamente me procura. E estás sempre à deriva, despedaçada, destruída. E me implora, mais ou menos como agora.

             Seus olhos percorreram a dimensão do campo de batalha. Focou as antigas árvores, que um dia tiveram copas frondosas e floridas, mas hoje eram apenas traços de sua história. Procurou os animais e outros seres que ali habitavam, e não os encontrou. Nenhuma vida, a não ser as suas, brincava por ali. O choro da irmã, desesperada a seus pés, a despertou para o que viria e, sem alterar o tom de sua voz, voltou a falar.

             - Hoje será diferente. Para ti não voltarei, como antes voltei. Não aceitarei teus pedidos de perdão, e tampouco te envolverei, acalmando tua febre.  Eu voltarei – notou o brilho de esperança nos olhos da outra e continuou em tom de explicação – porém, neste reino não mais existe espaço para nós duas. Tu não voltarás! – o som surdo da lâmina atravessando a carne preencheu os ouvidos, exacerbou o cheiro da morte e o sabor do sangue.

             Nem uma lágrima foi derramada depois daquele dia. Nem um sorriso alegre, ou um riso histérico. Nem uma luta enraivecida, ou um amor ensandecido. Aquele evento fez perecer o prazer e o ódio. Deu início ao domínio frio e analítico daquela que permaneceu em pé.  A loucura fora controlada, a espontaneidade inibida, pois, foi naquela fatídica batalha, que a Razão exterminou a Emoção.

    Escrito por Rê às 20h25
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